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Artigo

Equilíbrio financeiro e como ganhar dinheiro sem ter um salário

por Adilson Osanar Oliveira da Cruz

O primeiro trimestre de 2018 ainda tem trazido uma lenta recuperação econômica. Por mais que ainda não seja possível perceber na geração de empregos locais, os dados de crescimento das indústrias, que voltaram a apresentar crescimento após três anos de queda, e a alta das exportações frente às importações, mostram que em breve os setores de comércio e serviços sentirão os efeitos do aquecimento no setor secundário da economia.

Com o otimismo renovado, donos de empresas e investidores começam a aportar grandes somas de recursos aos negócios que possuem, dada a confiança numa iminente expansão. Surgem, portanto, algumas oportunidades. A primeira e mais disseminada entre os brasileiros é a ideia de abertura do próprio negócio. Muitas empresas foram afetadas com a crise dos últimos anos, diminuindo de tamanho ou fechando, abrindo espaço para novos negócios ainda que focados em setores tradicionais. Comércios e serviços mostram-se promissores, ainda mais se puderem acompanhar a tendência da população em buscar inovação e tecnologia, aliados ao ganho em praticidade e qualidade de vida.

Uma segunda oportunidade diz respeito ao investimento. Se falta coragem para imobilizar capital e colocar as economias numa empresa própria, sobram opções para que mesmo quem tenha poucos recursos à disposição possa se aproveitar do bom momento e ver o seu dinheiro movimentar a economia de forma indireta e ser recompensado por isso. Contudo, falta conhecimento à maioria das pessoas de como obter lucros através de investimentos. Todas as informações estão disponíveis, mas ainda é mais normal deixar o dinheiro numa poupança ou dentro de casa. Sem falar naqueles que se iludem pelos centavos quem caem nos montantes parados nas contas corrente e salário.

O ano de 2017 já foi marcado pelo maior aumento de pequenos investidores tanto na Bolsa de Valores, na qual são negociadas ações de empresas, como utilizando a aquisição de Tesouro Direto, que são títulos públicos atrelados ao desempenho da inflação e da taxa de juros do país. Poucas pessoas sabem, mas só por deixar o dinheiro parado ele já se desvaloriza e, ao escolher estas ou outras opções de investimento, surge a chance de “dar uma volta” na economia, superando a desvalorização e conseguindo lucrar. Cada vez mais pessoas têm buscando instrução no quesito investimento e, com esta mentalidade associada a um comportamento de cautela financeira, estão conseguindo aprender e ser mais arrojados. O aparente paradoxo da cautela x arrojo, serve para superar os desejos presentes de olho nas vantagens futuras. Quais gastos por impulso de hoje nos deixam mais distantes dos nossos sonhos de amanhã? A casa, os estudos, a educação e saúde dos filhos vão sendo adiados cada vez que gastamos sem planejar.

 

Não se começa a investir do dia para a noite. Muitos pensarão que primeiro precisa sobrar dinheiro para depois pensar em investir. Só que muitos esquecem que quando não se planeja, o dinheiro que ia sobrar desaparece num passe de mágica. Nunca a expressão “dinheiro na mão é vendaval” fez tanto sentido. Todos os dias temos diversos estímulos para gastar impulsiva ou compulsivamente. Porém, poucos são os estímulos para investir e sair do círculo vicioso dos gastos. Cabe a cada um procurar as formas de mudar de vida e assumir o controle sobre o próprio dinheiro, e alternativas não faltam.

Felizmente, o cenário não poderia ser mais favorável. Quem souber construir um equilíbrio financeiro terá toda a preferência de onde e como investir. Quanto mais se deixa o momento.

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