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Rio Grande do Sul

Artigo

Sucesso e carreira: amplie seu conceito e seja feliz!

por Patricia da Silva Moraes - Docente do Senac Floresta

Vivemos uma era em que o sucesso profissional é sinônimo de ganhar dinheiro. Não pouco, mas muito dinheiro. Não basta ter apenas o suficiente, você precisa ter muito mais. Você é levado a pensar que precisa e acredita nisso. Em busca desse sucesso, muitas vezes escolhe uma atividade ou uma profissão que não traz satisfação ou realização pessoal.

Fomos induzidos por um sistema educacional e social a escolher profissões que nos levassem a atingir um status onde o dinheiro é a unidade de medida do sucesso. Não que ele não seja importante, afinal todos temos contas a pagar e viver nessemundo é dispendioso. Mas há que se distinguir importante de fundamental. Ganhar dinheiro é importante, mas fundamental é fazer aquilo que te faz feliz.

Ganhar dinheiro é uma consequência de um trabalho bem feito, não uma meta a ser buscada. Quem o utiliza apenas como meta de vida, corre o risco da frustração e da desmotivação. Passa o dia esperando que chegue a hora de ir embora do trabalho. Passa a semana esperando pela sexta-feira. Passa o ano esperando pelas férias. Passa a vida esperando pela aposentadoria. Que escolha profissional é essa? Definir sucesso como ganhar dinheiro é limitar nossa escala de valores.

Fazer o que se gosta, ser reconhecido por isso e receber uma remuneração justa ampliam o conceito de sucesso, ampliam a visão de carreira e de escolha profissional, trazem sentido à nossa vida. E sentido é bem que não se compra, se conquista. Ao longo de décadas, quantas pessoas vocacionadas para uma atividade mais criativa optaram por carreiras ditas “intelectuais”, sem absoluto desejo de nela estarem? Quantos de nós abrimos mãos de sonhos, de habilidades, de aptidões para tentar uma colocação de mercado para a qual não queríamos, mas que nos fizeram crer indispensável?

E hoje vemos muitos profissionais bem sucedidos, ganhando fortunas e procurando ajuda especializada para mudar de profissão, de carreira, para fazer algo que realmente faça sentido e lhe traga realização. A dúvida que surge nesses momentos é crucial “mas o que realmente me faz feliz?” Responder a essa pergunta requer autoconhecimento e desprendimento. Investigar a fundo seus gostos, suas preferências, seus talentos e competências. Uma análise profunda e desprovida de paradigmas.

Deixar de lado as velhas desculpas e os argumentos batidos que nos colocam quase sempre na posição de vítimas das circunstâncias da vida. “A vida é assim”. “Não tive escolha”. “Tenho medo de mudar”. “Já estou velho para isso”. Há uma frase, que desconheço o autor, mas que gosto muito que diz “nunca é tarde demais para fazer o que se ama”. Se você não tem ideia do que gosta ou, ao contrário, tem muitas ideias, comece por fazer um exame mais minucioso sobre si mesmo e procure estabelecer uma relação entre aquilo que você gosta e o mercado de trabalho. Há espaço para essa atividade? O mercado aceitaria e reconheceria este talento? O que preciso fazer para me tornar ainda melhor? Que competências eu ainda preciso desenvolver? O que preciso estudar? Como posso me tornar uma referência neste tema? São perguntas importantes para que se possa definir um plano de ação, estabelecendo algumas metas para se atingir o objetivo que se quer, o sonho que se busca. Só com autoconhecimento profundo e determinação poderemos nos posicionar em um lugar que tenha a ver com nossa personalidade. E é nesse lugar que reside o sucesso! 

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