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Rio Grande do Sul

Artigo

Professor ser ou não ser?

por Lucinéia Faccin Escobar Borba

No mundo em que vivemos, onde existem várias profissões, surge a questão de trilhar ou não o caminho da educação, sendo uma missão nada fácil, mas muito sublime, importante e compensadora. 


Vivemos num país onde, historicamente falando, não há um compromisso sério com a Educação e, justamente por isso, cabe à nós, professores, o desafio de refazê-la, reinventá-la, criando condições objetivas para que uma educação democrática seja possível, tornando pessoas solidárias, atuantes e críticas, capazes de construir uma sociedade mais justa e igualitária. Temos em nossas mãos a missão de semear cumprindo o nosso papel com amor, com um sorriso, com alegria, dedicação e empenho, beneficiando assim aqueles que dessa profissão necessitam. Somos responsáveis pelas sementes do amanhã, que possamos lecionar com garra, e mudar a realidade do nosso País. Que sejamos honestos em tudo que fizermos na busca de valorizar a confiança e ter a consciência de que a sociedade espera alguma coisa de cada uma de nós. 


São poucas são as profissões que exigem tanto de um profissional como a ‘arte de ensinar’ e sabemos também, que muitas vezes o reconhecimento parece não surgir, mas sabermos que a educação não ocorre apenas na teoria com o âmbito escolar (professor x aluno), é um processo amplo e contínuo e ocorre em todo o momento. Não importa em qual instituição escolar atuemos, o importante é que a partir dessas atuações, como Professores, teremos a possibilidade de construir um mundo melhor, honrando os ensinamentos que recebemos; cooperando para o desenvolvimento da educação, com a oportunidade e a competência necessária para fazermos muito pela educação.


Os desafios são diários, mas o brilho de nossas carreiras dependerá muito de nós. Por isso é importante ir à luta, continuar nossas formações, sermos coerentes com nossas crenças, enfim, ser úteis à educação, defendendo essa profissão quando a sociedade tenta inverter valores, sem a mínima valorização. Pois quando atuarmos, cada aluno que iluminarmos será um a menos na ignorância, e um a mais para nos ajudar a fazer um mundo melhor. E como diria Jean Piaget: “Se não morre aquele que escreve um livro ou planta uma árvore, com mais razão, não morre o educador, que semeia vida e escreve na alma.”

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