Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Meus quinze dias de docência online

por Tiago Meggiolaro - Coordenador e Docente de Idiomas ? Senac Ijuí e Senac Cruz Alta

Graduei-me, em 2009, em Letras – Inglês. Deste modo, poderia exercer plenamente a docência em escolas regulares de ensino e cursos de idiomas. Há dez anos dedico-me a ser e estar professor de Inglês, bem como Coordenador de Idiomas no Senac Ijuí. Entretanto, o ano de 2020, tem-se mostrado um tanto atípico devido a pandemia do coronavírus, o qual colocou-nos em isolamento social e, me fez repensar que minha formação continuada enquanto professor de idiomas, está em constante (re)construção do conhecimento profissional, na expressão dos sentidos e significados atribuídos à prática docente do ensino na modalidade online e dos saberes pedagógicos produzidos nessa relação.

 

Ensinar na modalidade online, coloca-nos como professores na condição de eternos aprendentes, pois revisitamos os saberes da docência: nossas experiências, nosso conhecimento e nossos saberes pedagógicos. Assim, neste ambiente virtual, despi-me de meus preconceitos e medos, dando continuidade às minhas turmas de Inglês, inteirando-me das funcionalidades da Plataforma Collaborate, entendendo-a e utilizando-a enquanto sala de aula virtual, espaço de criação, aplicação e recriação das práticas pedagógicas, pois é na crise que a gente cria.

 

Ensinar em uma plataforma online exige humildade, desprendimento, adaptação e conhecimento dos nossos limites e dos alunos, bem como calma e paciência com eventuais problemas de conectividade. Deste modo, durante meus quinze dias de aulas online, consegui fazer deste momento um espaço de interação, estudo, trabalhos em grupos, desenvolvimento das habilidades linguísticas, letramento digital, etc.

 

Compartilho este depoimento na intenção de valorar a experiência do professor como algo que pode se constituir em saber, e um saber da ação pedagógica à medida que se torna público. Todos os saberes que constituem o ofício de professor devem ser considerados para não cairmos na armadilha de um único olhar, isto é, precisamos estar atentos à complexidade que envolve o pensamento, pois segundo Edgar Morin (2003), o pensamento complexo é aquele capaz de considerar todas as influências recebidas, não é linear, integra incertezas e contradições.

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