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Rio Grande do Sul

Artigo

Inteligência Emocional: opção e/ou necessidade?

por Mariela Perez Moraes de Elguy - Docente do Senac Santana do Livramento

Na corrida diária pela sobrevivência, o ser humano se agita de um lado para outro, esquecendo-se assim que a qualidade de vida vai além de praticar exercícios regularmente, fazer um check-up anual e ter uma alimentação saudável. Cuidar do “ser” é deixado em segundo plano, quando não esquecido.

O escritor e palestrante professor Gretz, no seu livro Superando Limites, comenta que alguém perguntou a um sábio: o que mais chama a atenção sobre os homens? O mesmo respondeu com muita propriedade: “Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde e por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer...e morrem como se nunca tivessem vivido”.

Refletindo sobre a afirmação do sábio podemos observar que a proposta da Inteligência Emocional vem para oferecer-nos a verdadeira qualidade de vida. Uma existência com autoconhecimento e equilíbrio, utilizando verdadeiramente sentimentos e emoções a favor das nossas expectativas (Daniel Goleman-1995).

Ao estudar sobre Inteligência Emocional aprendemos que nós, seres humanos, temos o cérebro divido em três regiões: na base, o Cérebro Primitivo ou Sistema Réptil, muito importante para nossa proteção e defesa, mas que não deve dominar nossas decisões diárias pois somos seres racionais (animais racionais). Uma segunda região, que fica no centro do cérebro, não menos importante, é o Cérebro Emocional ou Sistema Límbico. Nele temos o controle das nossas emoções. Esse segundo sistema tampouco deve dominar as nossas tomadas de decisões, pois nossas emoções não são cem por cento confiáveis. Mas ainda existe um terceiro Sistema, chamado de Superior, o Cérebro Criativo-Lógico, que não anula os outros dois, mas utiliza as informações oferecidas por eles para tomar decisões mais assertivas.

Conseguir esta maturidade requer disciplina e dedicação, pois alcançar o estágio de usar o lógico-racional ou criativo-lógico para tomar as decisões é uma necessidade para as relações interpessoais tanto no trabalho, como na família. Pro atividade, empatia, assertividade, resiliência e motivação não são dons especiais, são conquistas e “opções” de pessoas que decidem atender ao chamado da Inteligência Emocional. Sim, a Inteligência Emocional é uma opção inteligente e uma necessidade na atualidade!

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