Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Planejamento estratégico como ferramenta de competitividade

por Leonardo Betemps - Docente da Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas

Nos dias atuais tem se visto grandes disputas entre as mais diversas organizações para ganhar mercado e se diferenciar dos concorrentes. Existe um cenário altamente competitivo, onde somente os melhores conseguem se destacar e permanecer. Perante esses fatos, a única alternativa plausível para as empresas é a de planejar suas estratégias e se precaver de ações futuras da concorrência e antecipá-las através de um minucioso planejamento estratégico.

O planejamento estratégico tem um papel fundamental para melhor se compreender a realidade encontrada e, a partir da sua análise, criar estratégias de gestão e de melhorias. Para Hitt, Ireland e Hoskisson (2008, p.4), “a estratégia é um conjunto integrado e coordenado de compromissos e ações definidas para explorar competências essenciais e obter vantagem competitiva”. Quando definem uma estratégia, as empresas escolhem alternativas para competir. Nesse sentido, a estratégia determinada indica o que a empresa pretende e o que não pretendem fazer.

Nesse caso, o primeiro passo a ser realizado é o de se fazer uma autoavaliação de negócio e do seu posicionamento frente ao mercado e estabelecer os objetivos e os propósitos a serem alcançados. Uma das ferramentas mais eficientes para isso é a matriz SWOT que se traduz como: forças, oportunidades, fraquezas e ameaças e se dividem em fatores internos (forças e fraquezas) e externos (ameaças e oportunidades). A análise interna tem como intenção verificar os pontos pertinentes relacionados aos processos organizacionais e ao produto final.

Para Chiavenato (1993), os fatores internos são responsáveis por identificar as qualidades de um produto ou serviço, assim como aquilo que precisa ser melhorado. Já análise externa, procura compreender o ambiente local e o cenário mundial e quais são as possibilidades futuras. Nela vão estar inseridas questões a cerca da política econômica, geográficas, legais, sociais e micro-ambientais (consumidores, concorrentes, canais de distribuição e fornecedores). Para Kotler (2000), o diferencial competitivo está em saber reconhecer as oportunidades do mercado e conseguir fazer mais por seus clientes que os concorrentes.

Porém, deve haver por parte da gestão uma compreensão da sua capacidade em atender as novas demandas, sem afetar seu atual mercado consumidor. 

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