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Rio Grande do Sul

Artigo

Sistemas Windows x Distribuições Linux

por Dartagnan Dias Farias - Docente da Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas

Há cerca de 20 anos, o lançamento da primeira Distribuição Linux por Linus Torvalds foi anunciado como a liberdade dos Sistemas Operacionais. Liberdade esta que garante aos usuários a possibilidade de alterar o código fonte do sistema, adaptando às suas necessidades da maneira que bem entender.

A liberdade de poder fazer essas alterações é a principal causa da eterna guerra contra os sistemas proprietários, principalmente o desenvolvido pela Microsoft. Entusiastas desenvolvedores de sistemas se apoiam na ideia de utilização desse sistema alegando maior flexibilidade ao utilizar uma ferramenta que pode ser adequada às suas necessidades e de maneira gratuita.

 

Será mesmo? Nem sempre. A tomada de decisão sobre qual sistema operacional utilizar deve ser de acordo com a demanda. Mesmo o maior entusiasta e fanático pelos sistemas Linux, precisa admitir que, para um usuário doméstico com utilização básica de informática, a utilização dos sistemas da Microsoft se encaixa com mais comodidade. Os sistemas Windows são conhecidos pelas configurações intuitivas de uso básico através da sua muito bem estruturada interface gráfica, além de ser autoexplicativo em muitas funções.

 

Também, em se tratando dos usuários domésticos, a maioria das aplicações desenvolvidas para esse público é direcionada para o sistema da Microsoft uma vez que ele é o mais utilizado no mundo. Comercialmente falando, é vantajoso para um fabricante de um game, por exemplo, desenvolver para Windows do que para o Linux.

Ocorre que, ao utilizar qualquer versão do sistema Windows, o usuário obrigatoriamente limita dentro das regras de política de uso imposta pela Microsoft. Tais regras fazem parte de um software pago, o código de fonte é fechado e não pode ser alterado. Essas práticas são abominadas por apoiadores do software livre.

Em demandas de alta prioridade geralmente designadas a servidores, a vantagem em utilizar sistemas Linux é em certos casos também disparada. O próprio conceito de poder configurar da maneira que bem entender e adaptar o sistema de acordo com a necessidade faz com que seja possível utilizar a ferramenta de forma customizada, otimizando recursos, custos e desempenho.

É necessário fazer uma análise prévia da demanda do cliente ou da própria demanda do administrador de sistemas/redes sobre qual sistema operacional irá ser mais adequado e conveniente, independente da bandeira a ser levantada, seja Linux ou Windows.

Podemos concluir que sistemas Windows ainda são melhor opção para usuários finais. Já as distribuições Linux convêm para uso mais específicos, como servidores, data centers e mainframes. Para refletir.

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