Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Equilíbrio Financeiro Pessoal

por Vania Barcelos Furtado - DOcente - Senac

Equilibrar-se financeiramente neste atual cenário brasileiro é, sem dúvida, desafiador. Estamos passando por uma crise, com o índice de desemprego aumentando, produtos e serviços cada vez mais caros e a nossa moeda se desvalorizando. Mas como podemos nos manter tranquilos estando endividados? Temos que ser criativos, procurar colocar em prática alternativas sustentáveis para vencermos mais este desafio.

A partir do momento em que conquisto meu equilíbrio financeiro, possibilito que mais pessoas se tornem capazes de controlar e administrar suas finanças. A situação de ser endividado pode ser corrigida com ações de planejamento e controle dos gastos, certamente teremos mais entusiasmo para mudar o nosso comportamento financeiro, dirigindo-se para a busca de uma situação financeira mais confortável.

De uma forma geral, nós nos endividamos porque não estabelecemos prioridades na utilização do nosso dinheiro. Assim, gastamos sem procurar a melhor alternativa, não paramos para pensar se precisamos realmente do objeto de desejo ou se podemos esperar mais um pouco para comprá-lo à vista, por exemplo. Como não temos prioridades, inventamos inúmeras desculpas para gastarmos. Na verdade, essas desculpas escondem uma única realidade: a falta de um esforço de planejamento e controle de suas finanças pessoais.

Para realizarmos o planejamento e o controle financeiro, precisamos começar com um levantamento de todas as nossas entradas e gastos mensais, pequenos ou grandes, rotineiros ou eventuais. Relacionando todos eles em uma planilha, no momento que somamos as receitas e diminuímos com nossas despesas temos um resultado final, ou seja, nosso “diagnóstico financeiro”, que na maioria dos casos é um pouco desanimador para os iniciantes, mas não há situação financeira ruim que resista à elaboração de um bom plano financeiro e ao uso de um controle adequado de todas as entradas e saídas de dinheiro.

Um bom plano financeiro nos leva a atingir o equilíbrio em até seis meses, mas, para isso, o planejamento deve prever imprevistos como problemas com saúde, por exemplo, redução de no mínimo de 10% nas despesas e ter aplicações para rendimentos. É importante dizer que, além de buscar o equilíbrio financeiro e que a pessoa ou a família se organize e se estruture para não ter recaídas nos gastos, é necessário analisar mês a mês, o que deu certo e o que deu errado no plano de gestão financeira e fazer os ajustes necessários de forma consciente, seguindo este planejamento de forma disciplinada no uso do dinheiro e, ao mesmo tempo, ter uma preocupação sadia pela busca contínua do aumento de receitas financeiras.

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