Senac

Rio Grande do Sul

Artigo

Inglês no Senac São Leopoldo! Bom para o docente e ótimo para o estudante

por Adalberto Luis Escaio - Docente do Senac São Leopoldo

Por mais clichê que se torne ou pareça, a frase a seguir é a mais genuína verdade: ensinar um idioma no Senac São Leopoldo é um aprendizado para ambos os lados. Levando em consideração os passos da língua materna, através do método comunicativo, em que se ouve, aprende-se a pronúncia e começa-se lentamente a leitura e, com o tempo, a escrita, o estudante deve aprender a progredir e se sentir seguro.

O professor, por sua vez, aprende a escutar cada desejo em sala de aula. Isso mesmo, educar pelo desejo. Despertá-lo é uma das tarefas mais nobres e lindas da educação. Em turmas pequenas, porém, por vezes ecléticas, é necessário observar os perfis de estudantes: o tímido que deseja crescer na carreira; o falastrão que, muitas vezes, inseguro quer sempre contar uma história para fugir da prática da segunda língua; a mãe de família que volta à sala de aula, depois de anos e com os filhos já criados e o adolescente ansioso, uma característica da idade e também do universo que se descortina nessa época da vida. Ou seja, é necessário descobrir quem é mais visual e quem é mais auditivo. Ter a sabedoria de observar cada olhar e cada busca ali representada.

A experiência em sala de aula, em um universo tão veloz e tão carregado em significados, precisa ser rica. Assim, toda técnica e recurso é bem vinda e deve ser administrada. O livro é rico em detalhes, textos e fotos, mas ele vem agora com a grandeza de vídeos e histórias reais que podem ser vistos pelo computador. O professor não é mais um “Deus”, onipotente e dono da verdade, em frente à classe esperando para ser ouvido e doutrinar. Deve ser uma ferramenta na busca para que esses estudantes cheguem onde almejam. Deve chamar atenções, sem ser maçante. Conquistar, sem ser invasivo e ser firme, sem ser rude.

Trazer junto com a segunda língua a maravilha do referencial cultural demonstra que o idioma é vivo e que nenhuma cultura é menor ou maior, ou mais ou menos importante que outra. E como sutilmente falado, e talvez nem cogitado, no início dessa conversa, uma das tarefas mais antigas da humanidade, que começou com os gregos há mais de dois mil anos, descortina-se: construir o saber, o prazer de aprender e compartilhar o conhecimento.

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