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Crise? Como a segurança do trabalho pode te dar estabilidade no trabalho

por Eduardo Coletto Piantá

O Brasil vem passando por um momento de crise. O resultado disso é um aumento no desemprego e encerramento de empresas (diminuição do número de empregadores). No ano passado, chegou-se a mais 14milhões de desempregados. Você pode ter saído dessa estatística há pouco tempo ou entrar nela daqui a pouco. A questão é: como concorrer com 14 milhões de pessoas em um cenário de crise com escassez de emprego e de empresas?

Genericamente, a solução que é unanimemente proposta para se fugir da crise é o investimento em educação e desenvolvimento tecnológico e econômico. O problema é que ficar aguardando que o país invista nisso não irá te ajudar. Esperar que os outros façam nunca foi uma característica de pessoas com um mínimo de sucesso.

A solução é muito simples. Mesmo em momentos de crise é possível ter estabilidade no trabalho (sem concurso público). Como isso é possível? Simples: nenhuma empresa demite o goleador do time. Se você “se paga”, a empresa terá lucro com o seu trabalho e você terá estabilidade na empresa. O técnico em Segurança do Trabalho, por exemplo, garante o bom funcionamento dos processos de trabalho dentro de uma empresa. Precisamos compreender melhor a relação entre crise e Segurança do Trabalho. Portanto, o que é crise?

Crise é a falta de estabilidade. Ao contrário do que se pensa, crise não é a falta de dinheiro. Crise é a falta de estabilidade nas relações. A falta de dinheiro pode abalar as relações, que acabam deixando de ser estáveis. Assim, por exemplo, quando um casal não tem mais confiança um no outro, este relacionamento está em crise. A falta de dinheiro pode - no máximo - contribuir para isso. Mas não é o único motivo. Pessoas e empresas com receitas milionárias ainda assim passam por momentos de crise (falta de estabilidade ou segurança sobre as suas relações pessoais ou profissionais). Por outro lado, muitos brasileiros vivem com uma renda mensal de R$ 3mil a R$ 4mil, sem nenhum tipo crise. A questão não é quanto se ganha. A questão é saber o quão confiável é a fonte pagadora.

Quando falamos em dar estabilidade à uma relação estamos falando em dar segurança a ela. O técnico em Segurança do Trabalho é o profissional que trará segurança para os processos de trabalho, tornando-os inteligentes e funcionais. Este profissional auxilia no planejamento do trabalho de forma segura, de modo a gerar economia de forma estável (sem imprevistos) para as empresas.

A folha de pagamento e a carga tributária no Brasil são as maiores queixas dos empregadores. Que empresa não gostaria de um profissional que gerasse lucro ao otimizar recursos, prevenindo ações trabalhistas e processos judiciais demorados e caros?

O curso técnico em Segurança do Trabalho tem curta duração, baixo investimento financeiro e prepara o profissional para diminuir perdas de tempo, reduzir danos materiais e melhorar as condições de saúde do trabalhador, ou seja, traz resultados significativos para as empresas. A título de exemplo, em 2005 uma grande fabricante de automóveis teve que fazer o recall de um de seus veículos depois que ele passou a amputar os dedos dos clientes que rebatessem o banco. Mais de 500 mil veículos retornaram à fábrica e a empresa teve que arcar com todos os custos de indenizações, publicidade e realização dos serviços por seus trabalhadores, estimando-se o prejuízo em cerca de R$ 50milhões (sem contar a desvalorização da imagem). Os funcionários retrabalharam e a empresa evidenciou a falta de estabilidade em seus negócios, porque uma falha de planejamento ou execução lhe retirou todo ou boa parcela do lucro.

A falta de segurança do trabalho, neste caso, importou em crise para a empresa. Trabalhar melhor é mais inteligente do que trabalhar mais.

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