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Artigo

Automedicação

por Tiago Prigol dos Santos

Atualmente vivemos cercados de novas e antigas doenças que estão causando danos à nossa saúde. E muitas pessoas buscam a automedicação como forma de amenizar os sintomas das doenças orgânicas, psíquicas e da autoimagem, porém esquecem das consequências que este fato causa à sua saúde. 

A automedicação é definida como uso de medicamentos sem prescrição médica, onde o próprio paciente decide qual a medicação vai utilizar, dependendo dos sintomas que está apresentando. 

O brasileiro se vê, de pronto, impulsionado a utilizar os medicamentos populares para gripe, febre, dor de garganta, etc; ou a procurar inicialmente orientação leiga, seja dos amigos íntimos ou parentes mais experientes ou até mesmo do atendente da farmácia. 

O uso inadequado pode acarretar diversas consequências como resistência bacteriana, reações de hipersensibilidade, dependência, sangramento digestivo, sintomas de retirada e ainda aumentar o risco para determinadas neoplasias. Além disso, o alívio momentâneo dos sintomas encobre a doença de base que passa despercebida e pode, assim, progredir. 

No Brasil, a extensão da automedicação não é conhecida com precisão, mas apenas por meio de levantamentos parciais e limitados, porém o IBGE informa que entre as pessoas que procuraram atendimento de saúde, cerca de 14% adquiriram medicamentos sem receita médica. 

A automedicação é um risco à vida e devemos sempre procurar o profissional médico quando estivermos com alguma alteração em nosso organismo, para que assim realizemos o tratamento adequado, sem prejuízos à saúde.

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