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Rio Grande do Sul

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Lembre-se sempre de que o filtro protetor não deixa queimar sua pele, seja inverno, seja verão

por Márcia Gerhardt Martins - Fisioterapeuta e professora do curso de Estética Facial do Senac Canoas

Os protetores solares deixaram de ser uma exclusividade das peles mais claras. Em tempos modernos não usar filtro é um ato de extrema irresponsabilidade. Mas, para obter eficácia e bons resultados, é necessário atenção e cuidados extras. O fator de proteção solar (FPS) é estabelecido com base na defesa contra os raios solares danosos a cada centímetro quadrado do corpo com a aplicação de 2mg. Estudos demonstram que muitos consumidores usam menos da metade dessa dosagem. Todo filtro solar tem um número que determina o seu FPS, que pode variar de 2 a 60. O FPS representa essa proteção contra os raios UVB e UVA, responsáveis pela queimadura solar e envelhecimento precoce. A pele, quando exposta sem proteção, leva um determinado tempo para ficar vermelha. Quando se usa um filtro solar com FPS 15, por exemplo, a pele leva 15 vezes mais tempo para irritar-se. Mesmo assim, o ideal é que a exposição ao sol seja em horário de menor intensidade dos raios solares – não é recomendável entre 10h e 16h. Áreas sensíveis como rosto, lábios e cabeça (principalmente as calvas), necessitam de um cuidado maior e, portanto, de um filtro de FPS elevado. A novidade é que agora os protetores estão “tonalizados” em várias cores (escolha de acordo com a sua pele) e com os “veículos” indicados para cada caso (pó, creme, gel-creme, pancake). Esses filtros coloridos são a grande pedida, pois, ao mesmo tempo em que você está protegida, já está maquiada. Aliás, as melhores maquiagens do mercado têm protetor solar na fórmula.

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