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Consumo consciente - Uma opção de todos por um futuro melhor

Há pouco tempo, nosso país passou por um dos maiores desastres ambientais do mundo, aquele ocorrido em Mariana (MG). Essa situação e muitas outras vividas pela população fazem com que seja necessária uma reflexão sobre as nossas contribuições no planeta. É sabido que os recursos naturais têm sido exaustivamente explorados para garantir a demanda de consumo de seus habitantes.

Diante do aumento da população e, consequentemente, do maior acesso a bens e serviços, principalmente em países subdesenvolvidos, surge a preocupação se a Terra conseguirá prover todos os recursos necessários para atender a todos.

Para termos uma noção do problema, é preciso lembrar do fator desigualdade social.

Calcula-se que um morador da América do Norte consuma 20 vezes mais que uma pessoa que viva na Índia e até 70 vezes mais que o morador de Bangladesh. Outro exemplo refere-se ao consumo de água no mundo, vejamos abaixo uma figura comparativa que demonstra essa desigualdade de consumo:

Consumo de água no mundo

Média consumida diariamente

50 litros
50 litros
50 litros
50 litros
50 litros
50 litros
Agora, reflita: se todos consumirmos o mesmo padrão, teremos uma situação viável?

Infelizmente, esse tipo de situação é insustentável. Portanto, é necessário que se distribua de forma mais homogênea os recursos disponíveis.

Conceitos como sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e consumo consciente se entrelaçam devido às conectividades do tema. O conceito de sustentabilidade, por exemplo, pode ainda ser considerado vago, mas diz respeito à continuidade do desenvolvimento de forma ininterrupta e viável, com preocupação com a qualidade de vida de forma igualitária para toda a população e com a garantia de recursos para a economia manter-se.

Dessa forma, surge a expressão desenvolvimento sustentável, que leva em conta o crescimento da economia, a exploração racional da natureza e o bem-estar da comunidade. Assim sendo, é a partir desses conceitos que surgem as discussões acerca do consumo consciente, da responsabilidade socioambiental, entre outros.

Consumo consciente,

sustentabilidade integral e

responsabilidade socioambiental

A busca da sustentabilidade parte de comportamentos que visam ao cuidado do meio ambiente. Sendo que, a atitude em defesa da conservação e da manutenção da vida, é imprescindível para alcançar resultados. Assim, vamos refletir primeiramente sobre o termo consumo consciente.

Atualmente, podemos encontrar diversos significados para consumo consciente. Os mais aceitos são aqueles definidos pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Akatu. Vejamos abaixo esses conceitos.

Para o Ministério do Meio Ambiente: todo consumo causa impacto (positivo ou negativo) na economia, nas relações sociais, na natureza e em você mesmo. Ao ter consciência desses impactos na hora de escolher o que comprar, de quem comprar e definir a maneira de usar e como descartar o que não serve mais, o consumidor pode maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos, desta forma contribuindo com seu poder de escolha para construir um mundo melhor. Isso é consumo consciente. Em poucas palavras, é um consumo com consciência de seu impacto e voltado à sustentabilidade (BRASIL, 2012).

Já para a Akatu, o significado permanece próximo àquele descrito pelo governo, porém traz outros elementos, entre eles: água, energia, mobilidade, cadeias produtivas, resíduos e outros; perfazendo assim um conjunto de atitudes e ações em benefício ao bem-estar e ao meio ambiente. É importante mencionar que o Akatu (ou Instituto Akatu) apresenta como lema o consumo consciente para um futuro sustentável. Por meio de seus princípios de conduta, o Akatu acredita que pode transformar as pessoas.

Portanto, os conceitos apresentados definem que o consumidor deve pensar no todo, ou seja, constituir-se como um consumidor sustentável. Assim, destacamos que o consumo sustentável se caracteriza pelo ato de repensar as escolhas de produtos comprados.

Contudo, é importante realizarmos a seguinte reflexão:

Você sabe a diferença

entre realizar compras e

consumo sustentável?

Realizar compras representa o simples ato de adquirir produtos sem refletir sobre a origem deles. Agora, consumo sustentável considera os recursos de água, os alimentos, o uso de combustíveis e mesmo de energia que gastamos no nosso cotidiano, independente do ambiente em que estamos, seja no trabalho, em casa, seja quando estamos nos locomovendo.

Você percebe que utilizamos os recursos naturais de forma muito mais ampla, ou seja, além das compras? Exatamente, este é o entendimento que devemos ter de consumo, ou seja, como geral e amplo.

O consumo sustentável (também chamado de consumo verde ou consciente) ocorre pela escolha de produtos que utilizam menos recursos naturais na produção e que são produzidos por empresas que respeitam os colaboradores. São itens elaborados com materiais que têm capacidade de serem reciclados ou reutilizados.

Resumidamente, é o comportamento que considera todos os gastos e os impactos ambientais, além da questão social, e que se torna um hábito de consumo.

A partir dessas ideias e pela prática das diferentes legislações ambientais, as empresas têm ampliado a linha de fomentar o consumo consciente mediante uma economia de energia e/ou água nos seus processos produtivos, consolidando assim a responsabilidade socioambiental.

Mas, o que você entende por responsabilidade socioambiental?

O termo tem ligação com políticas e atitudes que buscam a sustentabilidade. Tanto órgãos governamentais quanto instituições privadas, ONGs e cidadãos necessitam de consciência ambiental para que sejam postas em prática ações que preservem o cuidado ao meio. A sociedade, atualmente, preocupa-se e cobra posicionamento das empresas em muitos aspectos socioambientais, seja pela preservação de matas, do controle de poluentes, seja por questões sociais pertinentes. Você se lembra de que campanhas de bebidas eram comumente machistas? Nos dias atuais, elas não são mais toleradas. A sociedade não aceita mais apologias a preconceitos de qualquer tipo.

pensar no futuro é agor no agora.

Empreendimentos com certificações de qualidade ambiental e postura de respeito aos direitos humanos têm ganhado destaque. Outro termo que tem ganhado força quanto à mudança interna do indivíduo é a sustentabilidade integral.

A sustentabilidade integral é o reconhecimento do todo que está envolvido no processo de manutenção da sustentabilidade. Portanto, agrega, além do aspecto ambiental, o cultural, o econômico, o social e até mesmo o espiritual.

O conceito mostra que o indivíduo, ao preocupar-se com a sustentabilidade, oferece um sentido mais amplo e interdisciplinar a esse termo. Evidencia, assim, estar preocupado com o bem-estar social, com a qualidade das relações humanas e com o futuro do planeta.

Nesse contexto, o cidadão desperta sua consciência para a visão de mundo, para o seu papel na humanidade e reflete sobre as suas reais necessidades.

No formato atual da sociedade

em que estamos inseridos, você

costuma dedicar um tempo para

repensar as suas crenças e

refletir sobre o que poderia ser

dispensável da sua vida?

A mudança de comportamento requer um despertar da consciência. E é isto que coloca o sujeito com responsabilidades em diferentes níveis: eu começo a mudança em mim, depois na minha família, no meu bairro, na minha cidade, no meu trabalho, na minha escola etc. Dessa forma, esse comportamento vai sendo compartilhado. Então, ao consideramos a qualidade de vida e sua estreita relação com a sustentabilidade, o indivíduo é impelido a saber cuidar do dinheiro, do meio ambiente, da água, da natureza e de tudo que considera importante.

você é o que você passa adiante

Para que a sociedade pudesse manifestar sua consciência e suas diferentes crenças, um longo caminho foi percorrido. Esse processo iniciou com a construção dos conceitos de desenvolvimento sustentável e sustentabilidade. Assim, é importante destacar que os conceitos de desenvolvimento sustentável e sustentabilidade são muitos. Muitas vezes, essas expressões são tratadas como sinônimas. As abordagens discutidas a seguir não têm o objetivo de excluir as demais definições, mas de agregar conhecimentos e facilitar a compreensão do tema.

Afinal, o que é desenvolvimento sustentável?

Desenvolvimento sustentável é a meta. Assim, ela só pode ser alcançada pelo investimento em sustentabilidade.

Nesse sentido, a sustentabilidade tem três pilares: ambiental, econômico e social. Estes três princípios são chamados de triple-botton-line. Portanto, parte-se da premissa de que o empreendimento precisa ser ambientalmente responsável, gerar lucro e ser socialmente justo.

Um dos conceitos mais simples de desenvolvimento sustentável surgiu no Relatório Brundtland (1987): satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras. Ainda, vale ressaltar que a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento postulou nove princípios que regem o desenvolvimento sustentável:

Princípio fundamental

1.º. Respeitar e cuidar da comunidade dos seres vivos

Critérios de sustentabilidade

2.º. Melhorar a qualidade de vida humana

3.º. Conservar a vitalidade e a diversidade do Planeta Terra

4.º. Minimizar o esgotamento de recursos não-renováveis

5.º. Permanecer nos limites de capacidade de suporte do Planeta Terra

Meios para chegar à sustentabilidade

6.º. Modificar atitudes e práticas pessoais

7.º. Permitir que as comunidades cuidem de seu próprio ambiente

8.º. Gerar uma estrutura nacional para integração de desenvolvimento e conservação

9.º. Constituir uma aliança mundial

Portanto, definir a diferença entre sustentabilidade e desenvolvimento sustentável é bastante controverso e depende da área de conhecimento. De qualquer maneira, os princípios que regem a sustentabilidade, conforme a Comissão Mundial Sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, reforçam a ideia de o desenvolvimento sustentável ser a ação para alcançar a plena sustentabilidade.

Vamos conhecer algumas

práticas sustentáveis?

Ciente da responsabilidade que temos com um mundo sustentável, há iniciativas e projetos que geram grandes benefícios à sociedade. É o conhecimento aliado à ação que oportuniza a construção do sujeito ecológico, ou seja, um indivíduo em pleno poder de argumentar, agir e cobrar por sustentabilidade. Vamos conhecer algumas dessas ideias?

O consumo consciente é provavelmente a mais conhecida das ações para o respeito dos ecossistemas. Prediz inúmeras práticas cotidianas que podem ser realizadas não só pela população, mas também pelos empreendimentos, organizações governamentais e pessoas que moram na zona rural.

por que comprar? o que comprar? como comprar? de quem comprar? como usar? como descartar?

É o conceito mais amplo de consumo, pois leva em conta a reflexão do sujeito em relação a toda cadeia produtiva envolvida nas suas compras e no uso de recursos naturais.

Mas, há muitas outras práticas não citadas, certo? Então, o que mais você acrescentaria a essa lista? Pesquise, repense suas atitudes e compartilhe ações que respeitem o meio ambiente e a sociedade.

A economia solidária rompe o paradigma clássico do capitalismo de instituições com ordem hierárquica rígida. Esta última que possui a figura do dono ou do patrão, seguido por seus funcionários. Por lógica de investimento, o patrão concentra os lucros e beneficia-se deles, enquanto os funcionários ganham consideravelmente pouco e geralmente se envolvem em apenas uma função. Portanto, esse modelo não favorece a oportunidade de desenvolvimento de novas habilidades aos indivíduos e não contribui para o fim da desigualdade social.

Leia o que Paulo Singer, professor aposentado da Faculdade de Economia e Administração da USP e ex-titular da Secretaria Nacional de Economia Solidária, disse a respeito do tema (SCIELO, 2008):

“Nós costumamos definir economia solidária como um modo de produção que se caracteriza pela igualdade. Pela igualdade de direitos, os meios de produção são de posse coletiva dos que trabalham com eles – essa é a característica central. E a autogestão, ou seja, os empreendimentos de economia solidária são geridos pelos próprios trabalhadores coletivamente de forma inteiramente democrática, quer dizer, cada sócio, cada membro do empreendimento tem direito a um voto. Se são pequenas cooperativas, não há nenhuma distinção importante de funções, todo mundo faz o que precisa. Agora, quando são maiores, aí há necessidade que haja um presidente, um tesoureiro, enfim, algumas funções especializadas, e isso é importante, sobretudo quando elas são bem grandes, porque aí uma grande parte das decisões tem que ser tomada pelas pessoas responsáveis pelos diferentes setores. Eles têm que estritamente cumprir aquilo que são as diretrizes do coletivo e, se não o fizerem a contento, o coletivo os substitui. É o inverso da relação que prevalece em empreendimentos heterogestionários (não é autogestora, um terceiro comanda a gestão), em que os que desempenham funções responsáveis têm autoridade sobre os outros. ”

A economia solidária é comum em casos de empresas que faliram e foram compradas pelos antigos colaboradores, os quais resolvem gerir o negócio. Há bancos comunitários, cooperativas de reciclagem e outras de crédito, associações de produtores, empresas têxtis, entre muitas outras.

Será que há alguma instituição na sua cidade que realiza a economia solidária? Faça uma rápida pesquisa por associações ou cooperativas da sua localidade e descubra.

O Ministério do Trabalho e Previdência Social estabeleceu princípios que caracterizam a economia solidária. Vamos conhecê-los. Estas informações estão disponíveis no site do ministério:

Clique ou toque nas peças para ler o conteúdo:

É importante lembrar que, para a manutenção da sustentabilidade, a questão social (representado pelo bem-estar e pela qualidade de vida das pessoas) precisa ser desenvolvida. A proposta dessa visão de economia é permitir a mesma oportunidade para todos, com a divisão dos lucros para todos os envolvidos.

Outra proposta de integrar o meio ambiente com as necessidades humanas surgiu na permacultura. Segundo os criadores dessa expressão, nos anos 70, os australianos Bill Millison e David Holmgren, permacultura é um sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza. Mollison percebeu que plantar florestas nativas produtivas, no lugar de culturas de trigo e soja, gerava renda e conservava o ambiente natural.

Ele reproduziu seu experimento em diversos continentes e levou em conta também os demais sistemas, além do ecológico, como monetários, sociais, urbanos e crenças. A permacultura é um investimento mais demorado que precisa considerar o habitat local e a vida das pessoas que moram na região.

Entre as técnicas e procedimentos importantes para o sucesso da permacultura, estão: agricultura orgânica e biodinâmica, extrativismo, aquicultura integrada, ferramentas manuais, transporte por bicicletas, sistemas locais de troca, resolução de conflitos, medicina holística, bioarquitetura, banco de sementes, habitações coletivas, captação de água e reúso, educação em casa, yoga, cultivo de verduras e plantas da floresta e muitos outros. Tente assimilar a complexidade dessa proposta, pois ela tenta unir o máximo de esforços para garantir a sustentabilidade.

São as chamadas ecovilas que, muitas vezes, implementam a permacultura. Estes espaços têm o propósito de autossustentação, a partir de pouco impacto ambiental. Nesse tipo de comunidade, a busca é por integração com o meio ambiente, fraternidade entre os moradores e um estado de consciência elevado.

Minimiza todos os possíveis impactos
ambientais negativos.

Utiliza, nas construções, os recursos materiais disponíveis no local, como pedras, madeira de floresta sustentável e terra.

Consome o mínimo possível de produtos industrializados, assim como valoriza
materiais reciclados.

Busca autossuficiência de energia,
de água e de alimentos.

Tenta reciclar e reusar, ao máximo, os materiais e os produtos da ecovila.

No Brasil, há dezenas de ecovilas. Entre as mais conhecidas podemos citar a Arca Verde, em São Francisco de Paula (RS) e a Asa Branca, em Brasília. É interessante notar que muitas ecovilas aceitam turistas dispostos a conhecer seu modo de vida. Além disso, realizam cursos. Pesquise e descubra se há ecovilas no seu estado e se é possível visitá-las.

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Com a leitura do material percebemos que a busca pela sustentabilidade deve ser constante e precisa envolver todos os setores da sociedade. Ela parte de uma consciência ecológica desenvolvida que pode levar a mudanças de comportamentos.

O investimento em educação ambiental, em tecnologias renováveis e em novas propostas sustentáveis, como a permacultura, a economia solidária e as ecovilas, é uma alternativa para o equilíbrio das demandas de consumo com os recursos naturais da sociedade.

Agora, pare e pense: você costuma refletir, de forma consciente, sobre a necessidade dos produtos que consome? Você já pensou no que pode fazer para contribuir com a sociedade?

As reflexões mencionadas são formas de repensar o consumo. Temos acompanhado, felizmente, o aumento da expectativa e da qualidade de vida; porém, como consequência, também o aumento do consumo. Calculou-se que, em 2006, a população no globo consumiu 28% a mais do que há dez anos. Diante desse panorama, a mudança de comportamento, algo mais complexo e que pressupõe uma consciência socioambiental, é uma peça-chave para a sustentabilidade.

Para auxiliar nas reflexões, disponibilizamos algumas dicas:

Entenda primeiramente o significado de sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e consumo consciente. Para isto, faça pesquisas com apoio da internet. Sugerimos que você faça a leitura do material sobre consumo consciente que está disponível no site do governo federal e do Ministério do Meio Ambiente. Outra fonte de leitura interessante são os materiais disponibilizados pelo Instituto Akatu.

Reflita sobre a sua condição ecológica, com foco em consumo consciente. Será que de fato você cuida para consumir somente produtos que visem o bem-estar social, econômico e ambiental? Você pode utilizar alguns testes para verificar isso, por exemplo: teste do consumo consciente, disponibilizado pela Akatu, ou teste sua pegada ecológica que está disponível no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – (INPE), com adaptação para as necessidades brasileiras.

Ao realizar alguma compra, verifique a procedência do produto e da empresa que o está distribuindo. Assim, você poderá ter consciência ecológica do que está comprando. Para que você possa efetuar suas compras de uma forma ecológica, sugerimos a leitura do Decálogo do Consumo Consciente.

Outra dica referente ao processo de compras é utilizar as seguintes reflexões: Por que comprar? O que comprar? Como comprar? De quem comprar? Como usar? Onde descartar?

Reflita sobre consumo de água, energia e outras fontes. Para esta reflexão, sugerimos que você conheça os seguintes materiais:

• Faça a leitura das 24 dicas práticas do consumo consciente da água - Planeta Sustentável – disponível em .

• Procure infográficos que apresentem dados atuais sobre o consumo de recursos naturais.

• Procure vídeos que exemplifiquem questões relacionadas ao consumo. Na internet há uma série de filmes e vídeos que podem ser utilizados como fonte de conhecimento.

Além das dicas, sugerimos que você assista aos seguintes vídeos, produzidos pela Akatu junto com a AES Eletropaulo. Série que busca o consumo consciente da população:

Clique ou toque nas setas para ver as imagens:

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Esperamos que as questões discutidas neste espaço auxiliem você em sua jornada de busca por uma vida mais sustentável e plena. Não esqueça de compartilhar suas reflexões com colegas, amigos e familiares de forma a partilhar os conceitos de consumo consciente.

Consuma para viver, não viva para consumir.

Referências

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